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Uso de objetos cotidianos na sala de aula.

Hi teachers! Atendendo a uma solicitação de uma professora incrível, hoje vou falar sobre o uso de objetos cotidianos em aulas remotas. Como vocês sabem, ou precisam saber, meu foco atual de formações para professores está relacionada ao uso de atividades com música para potencializar aprendizagens. Estou no meio da turma 2 do Curso Songs for You, que traz mais de 60 canções em inglês para aulas em contextos bilíngues, sejam elas de inglês, de música ou bilíngues. Pensando nestes contextos, hoje trago para vocês uma reflexão sobre o uso de objetos da vida diária para atividades em aulas remotas.  Se formos voltar o pensamento para as atividades com música, os objetos do cotidiano podem virar facilmente objetos sonoros. Vou dar alguns exemplos, mas com certeza, você pensará em uma dezena mais: molho de chaves, potes plásticos, blocos de madeira, legos, colheres de pau, garrafas de água, tampinhas de garrafa, colheres de café, cabos de vassoura, embalagens de cereal e muito mais. A l...

‘No Matter What’ Learners

Today I turn my attention to a specific kind of learner that I think every teacher must know: the ‘no matter what’. The ‘no matter what’ learner is that kid or grown-up that no matter what methodology, strategy, content, skill, approach, and so on you use, s/he will strive. Yes, these learners exist in every possible scenario. If you are teaching physics, quantum mechanics, wormhole concepts, one, or luckily two of your students will understand every single thing you explain, every complex problem you present. But let’s go back to basics. Let’s look and think about the kindergarten learners that are entering the world of letters, the world where all the messages and stories they want to learn about are to be deciphered, the world where to be able to share the candy bar, you need to know fractions. Oops, I went too far. Back to the first literacy events in someone’s life. Learning how to read is one of those amazing things in life that catches my attention. I love when I see the sparkle...

Como um feedback pode acabar com carreiras.

Nunca duvide da sua capacidade, professor, quando alguém que mal te conhece diz algo sobre sua prática. O primeiro passo não é desistir. Vem comigo que vou tentar te ajudar. Algumas semanas atrás, vi alguns relatos de professoras que foram severamente criticadas por suas coordenadores e lembrei-me de um episódio no início da minha carreira. Eu já dava aulas de música há alguns anos, mas dentro do contexto bilíngue ainda era tudo novo para mim. Isso foi em 2006, ou seja, a circulação de informações e formações em educação bilíngue era praticamente nula. Mas, eu na minha inquietação por aprender, nunca parei de estudar.  Enfim… era por volta do fim de outubro e no meio de uma aula com os alunos de 4-5 anos, a nova coordenadora - que estava na escola desde setembro e nunca tinha conversado comigo ou perguntado sobre minhas aulas ou analisado meu planejamento - entrou na sala e começou a fazer uma reunião com a professora daquela turma. Continue a dar a aula com certa dificuldade pois ...

Como motivar professores a usar canções em suas aulas

Se você acompanhou meu artigo sobre criar versões para potencializar aprendizagens, você pode ter pensado, “Ah, Débora, é muito fácil você falar pra cantar, inventar e tudo o mais, mas eu não tenho formação em música, eu canto desafinado, não tenho ritmo e não tenho criatividade ou talento nenhum para música.” Calma! Não está tudo perdido. Vamos conversar sobre isso… Vou começar do final… Talento. Sou daquelas que não acredita em talento...sorry. Como diria Isaac Asimov: “Quem tiver talento, obterá o êxito na medida que lhe corresponda. Porém, apenas se persistir naquilo que faz.” Ou seja... de nada adianta ter talento se não usar ou praticar. Então, vamos colocar pra fora o que você já tem e vamos praticar, praticar e praticar.  Pensando em criatividade, vamos pelo mesmo caminho. De nada adianta ser criativo se você não tem alimento para seus processos. Aqui entra a parte do estudo para que a prática seja efetiva. Você quer saber o que fazer e como fazer para poder criar e usar ca...

Investimento x valorização!

Hi teacher! Acabei de receber uma mensagem de uma professora de Minas Gerais que assistiu ao webinar Songs Repertoire e que mesmo achando o conteúdo muito bom, acredita que o investimento está um pouco fora da realidade dela - “... talvez seja da realidade de São Paulo… - ela disse.   Entendo perfeitamente que o Brasil, dentro de sua imensidão, apresenta sim muitas realidades, mas quero que pare uns minutinhos para analisar comigo a sua realidade. Você acha que a escola em que trabalha não te valoriza? Você acredita que ganha pouco? Você conhece escolas que pagam melhor, mas ainda acha que não está pronto(a) para tentar uma vaga? Você é apaixonado por educação, mas sente que sua formação inicial não é suficiente para sua função atual? Se fosse respondeu ‘sim’ para alguma ou todas essas perguntas, deixa eu te contar uma história.   Além dos cursos de formação, eu trabalho com recolocação de professores, principalmente para escolas bilíngues. E neste trabalho, um dos maiores des...

Angústias na educação bilíngue!

Atuo em educação bilíngue há quase quinze anos e cada vez mais vejo as angústias aumentarem e não serem resolvidas... Angústia 1: Não consigo saber se esta escola é bilíngue, internacional ou outra coisa.... Esta é uma angústia que parte tanto das famílias como dos profissionais. A falta de regulamentação e determinações claras sobre o que é uma escola bilíngue, como se caracteriza uma escola internacional, se a escola que oferece carga horária ampliada de aulas de inglês pode ser considerada bilíngue, a meu ver, são as principais razões para esta angústia e no momento, me pergunto se uma legislação em âmbito nacional seria a melhor solução para este dilema, pois não acredito que ela refletiria o pensamento e necessidades reais deste contexto escolar, já que alguns dos responsáveis por legislar não se encontram em condições mínimas de entender a educação no Brasil Angústia 2: Professores procurando emprego e escolas procurando professores... Esta angústia cada vez mais chega até mim. D...

Quando me disseram: "mas educação online não é para mim..."​

Há um tempo percebi como ainda pensamos com a cabeça do século passado. E dentro da educação, realmente não sei se está pior ou se já está melhorando. O uso de novas tecnologias, aplicativos, a era digital e tudo mais dentro deste tópico ainda pode ser muito assustador para alguns. Felizmente, para outros é só mais um passo, é só mais um desafio, é só mais uma opção dentro da gama de recursos que podemos usar em momentos de ensino-aprendizagem. Recentemente, ao me mudar de país, tive a oportunidade de fazer vários cursos online. Já havia feito alguns quando ainda estava no Brasil. Mas por alguma razão, estes que fiz agora me oportunizaram um olhar mais crítico sobre os cursos online. Neste artigo eu gostaria de compartilhar com vocês um pouco  da minha experiência neste nem tão novo cenário de ensino-aprendizagem. Não consigo encontrar na minha memória qual foi meu primeiro curso online, mas em 2016 fiz uma Graduação à Distância. Este curso, com duração de 1 ano, gerou uma visão de...